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Cancioneiro alegra [de poetas portuguezes e brazileiros.]

topic 852 of the Traffic-accident investigation manual

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      • nodata

        StatementE. Chardron]
        PublishersE. Chardron]
        Classifications
        LC Classifications1879
        The Physical Object
        Paginationxvi, 54 p. :
        Number of Pages84
        ID Numbers
        ISBN 10nodata
        Series
        1nodata
        2
        3

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E mais eile, que os tocava Com terrivel azorrague! E a Sorte commum dos nossos poetas e dos bra: ileos, como diz Fagundes compimgido. Bioco negro, De d'onde mal yislumbra Raro lampejo de Celeste face. Arrojai-me no Doiro co'esses trajes, Portnenses donzellas. Blas bleus do Pamaso grego! que esfolhar; Para o outro, porem, basta um sorriso. Pelo muito que amou, encerrava em si tres Magdalenas. II Agora, meu leitor, ouvir-vos quero : D'este meu parallelo que dizeis?

Mas eis que no passar pelo sobrado Onde habita nas lojas minha bella Por v6r-me tao lodoso ella irritada Bateu-me sobre as ventas a janella. EDUARDO VIDAL E o snr. Era um velho discreto, delicado, religioso e de melindres mui- to de fidalgo com as damas.

Podem, quando muito, distillar-se os versos em fios de melago nos labios de quem os recita. a saudade do anjo que a mim me fu- giu, e a eile Ihe grudou nas espadoas as nitentes azas. Depois, fez-se bacharel em leis com o fastio indolente de um homem que se faz.

por ahi fora Levou volta a vossa casa! Agora, quando o leio — e nunca deixo de o reler — sin- to pruir-me.

Cancioneiro Alegre de Poetas Portugueses e Brasileiros

escada A farejar o crime, e a delatar o vicio. — Estou moribundo — disse eile. Ficamos entendidos para todos os eiEfeitos, a critica e eu. Se Dom Quixote i No Rocihante erguendo a larga espada Nnnca voltoti de medo, eu, mais valente, Fui mesmo sujo ver a namorada. Era a saudade: tinhamos vivido. As suas poesias rescendem vin- te primaveras.